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5 recursos de segurança do Windows 7

Category : Segurança, Windows 7

A Microsoft diz que o Windows 7 é o sistema operacional da plataforma Windows mais seguro já criado até hoje. Mas a emprsa vem dizendo isso a cada nova versão do sistema operacional que lança nos últimos 15 anos. E, em todas as vezes, o argumento era correto.

Claro que a Microsoft faz um marketing enorme em torno do novo sistema operacional, mas há melhorias consideráveis na questão da segurança. Melhorias que afetam mais o usuário que estiver fazendo (ou considerando fazer) a migração para o Windows 7 a partir do XP (muitas das modificações já existiam no Vista). Vamos a elas.

Proteção do core
O kernel é o coração de um sistema operacional e, por isso mesmo, principal alvo para todo tipo de praga e outros tipos de ataques. Basicamente, caso um cracker possa acessar ou manipular o kernel do sistema operacional, ele será capaz de executar códigos maliciosos em um nível que não é detectável por outras aplicações ou mesmo pelo sistema operacional propriamente dito.

A Microsoft desenvolveu um modo de proteção do kernel para evitar que processos não autorizados tenham acesso ao núcleo do Windows 7.

Além de proteger o kernel, a Microsoft promoveu outros ajustes importantes desde o lançamento do Windows XP para proteger o sistema operacional. Muitos tipos de ataques ocorrem porque o criminoso virtual sabe onde uma função específica ou comando reside na memória do sistema, ou porque realizam ataques por meio de arquivos que, na teoria, deveriam conter apenas dados.

O ASLR (Address Space Layer Randomization) dificulta esse tipo de ação ao tornar randômico – portanto imprevisível – a localização de operações chave do sistema operacional. A Microsoft implementou a DEP (Data Execution Prevention) para evitar que arquivos que deveriam supostamente conter apenas dados ou que estejam armazenados uma área reservada para dados possam executar códigos de qualquer tipo.

Navegação segura
O Windows 7 traz a mais recente versão do navegador da Microsoft, o Internet Explorer 8. Mesmo quem não estiver usando o novo sistema operacional pode baixar e usar o IE8 com as versões anteriores do Windows; as melhorias introduzidas nele realmente valem a pena.

A primeira delas é o modo de navegação privativa ou anônima (InPrivate Browsing) proporciona a opção de surfar na web sem deixar rastros. Quando a funcionalidade é ativada, o IE deixa de registrar qualquer informação relacionada com o que se faz na web. Isso significa que nada do que é digitado é registrado no cache, nada de histórico dos sites visitados. A função é particularmente útil quando se compartilha um computador ou utiliza-se uma máquina em lugar público, como uma lan house ou biblioteca na escola.

Outra melhoria notável do IE8 é o Modo Protegido e que está relacionado a componentes de segurança do Windows 7 para impedir que códigos maliciosos ou não autorizados sejam executados dentro do navegador. Esta funcionalidade não permite, por exemplo, que a simples visita a um site contaminado possa baixar e instalar códigos maliciosos no computador.

Proteção que adoramos odiar
O controle de contas de usuário (UAC pela sigla em inglês) é, provavelmente, a característica mais odiada e ao mesmo tempo amada do Vista. No Windows 7, o UAC continua lá, mas a Microsoft adicionou um recurso que dá mais controle do nível de proteção ao usuário e, em decorrência, do número de pop-ups solicitando permissão para acesso ou execução de algum processo.

Além disso, os pop-ups são apenas um aspecto do que o UAC proporciona. Muitos usuários simplesmente desabilitaram o UAC completamente no Vista. O problema é que ao fazer isso no Vista, eles também estavam desativando o modo de proteção do Internet Explorer além de outros recursos de proteção do sistema operacional. O controle variável disponível no Windows 7 também faz o mesmo, mas o usuário tem melhor controle sobre o que desabilitar a partir de ajustes no Painel de Controle.

Ferramentas de segurança e aplicativos
Por conta do modo de proteção do kernel e das mudanças que a Microsoft fez para gerenciar como (ou se) aplicações são autorizadas a interagir com funcionalidades core do sistema operacional, antivírus e outros aplicativos de segurança mais antigos não são compatíveis com o Windows 7.

Fornecedores com McAfee, Symantec, Trend Micro, entre outros, já estão oferecendo versão compatíveis com o Windows 7 de seus produtos de segurança. Mas é bom saber que a Microsoft oferece uma solução de segurança – Microsoft Security Essentials – gratuita (o download só é válido para donos de cópias genuínas do Windows), de forma que não será preciso desembolsar um centavo sequer.

Um firewall e ferramentas anti-spyware fazem parte da instalação básica do Windows 7.

Centro de monitoramento
O Centro de Segurança que os usuários do Windows XP estão familiarizados foi substituído pelo Centro de Ação (Action Center). Trata-se do console de monitoramento que é mais abrangente no Windows 7, incluindo a questão da segurança.

O Centro de Ação oferece uma interface unificada para monitoramento da segurança, incluindo informações sobre o firewall, spyware e proteção contra vírus, bem como o estado atual do Windows Update, configuração dos padrões de segurança web e UAC.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2009/11/03/5-recursos-de-seguranca-do-windows-7/

Com Windows 7, Microsoft fecha certo contra a pirataria do sistema

Category : Segurança, Windows 7

Novos recursos de segurança e controle impedem que usuários de cópias não genuínas continuem a usar o sistema operacional.

 Dias antes do início da venda oficial do Windows 7 para o varejo, a reportagem de PC World constatou que cópias piratas - ou não genuínas, como a Microsoft prefere denominá-las – podiam ser encontradas à venda pelas ruas da capital paulista.

O que pouca gente sabe, porém, é que os mecanismos antipirataria desenvolvidos pela empresa e  inerentes ao novo sistema operacional podem frustrar quem resolveu economizar e “investir” no produto.

A versão final e completa do Windows 7 ficou pronta no final de julho e cópias foram enviadas para os fabricantes de PC pudessem testar o novo sistema operacional e também instalá-los nas máquinas que começariam a ser vendidas a partir de 22/10, data do lançamento oficial do software. No início de setembro, usuários corporativos da plataforma também receberam cópias para teste.

Cada uma dessas cópias possui um número de ativação por contrato de volume (cada número representa a ativação para uma determinada quantidade de máquinas). A chave de ativação é a garantia do usuário de que adquiriu um produto legítimo.

Com as novas tecnologias de segurança que foram desenvolvidas para o Windows 7, a Microsoft é capaz, agora, de melhor controlar  essas chaves e também quais possam ter sido desviadas (ou até mesmo roubadas) durante este período e assim impedir que o sistema operacional possa ser atividao.  “Mesmo que o software apareça como ativado, em algum momento durante as primeiras utilizações será necessário validar o Windows. Daí pra frente, o sistema não irá funcionar corretamente”, explica o diretor de produtos de consumo e online da Microsoft Brasil, Osvaldo Barbosa Oliveira.

Mas a briga de gato e rato não para por aí. Uma das técnicas usadas por quem comercializa cópias não genuínas do Windows consiste em alterar algumas funções e fazer com que o sistema operacional acredite que a cópia já foi ativada.

Porém, a recém criada tecnologia de validação, permite que o Windows 7 faça uma autoverificação para se assegurar que o código não tenha sofrido alterações. Caso alguma divergência, o software automaticamente mudará seu status para “não genuíno” e passará a não funcionar corretamente.

Incentivo à legalidade
Para a compra do Windows 7 original a Microsoft aponta dois caminhos. Quem possui um PC mais antigo, com Windows XP instalado e cuja configuração é incompatível com o requisitos do Windows 7, o melhor é partir para um equipamento novo que traga o novo software pré-instalado. E no caso de o equipamento suportar a migração, resta a saída de comprar apenas o software, aproveitando as facilidades para parcelamento disponível nas grandes lojas de varejo.

“Em um PC novo, o Windows 7 representa 10% do valor total. Não vale a pena comprar uma máquina sem sistema [operacional], que vai ser somente 10% mais barata, adquirir um software pirata, ter de correr todos os riscos de segurança e arcar com um sistema instável”, afirma Oliveira.

A questão da segurança, apontada pelo executivo, está relacionada ao fato de que cópias ilegais de sistemas operacionais (e também de outros aplicativos) podem trazer softwares maliciosos, como spywares que roubam senhas, malwares que degradam o desempenho e deixam o sistema instável. Além disso, o usuário de uma versão não genuína de um software não pode contar com recursos extras e atualizações que o fabricante possa divulgar. A Microsoft divulga tais atualizações mensalmente, processo conhecido por Patch Tuesday.

Outra vantagem que somente o usuário do Windows original tem é a possibilidade de usar, gratuitamente, o antivírus Microsoft Security Essentials, serviço de suporte para a instalação do novo sistema operacional e a opção, no caso dos usuários das versões mais completas do software, do Modo XP, que permite rodar de forma nativa aplicações desenvolvidas para o ambiente XP e que, de outra forma, não seriam compatíveis com o novo software.

 Fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2009/10/28/com-windows-7-microsoft-fecha-certo-contra-a-pirataria-do-sistema/

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